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ANPEC - Que sufoco!

Como eu e meus colegas economistas ou estudantes já sabemos, uma das primeiras grandes provações da vida profissional da Economia é a prova da ANPEC.

A ANPEC - Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia é a instituição que realiza provas classificatórias, utilizadas pela maioria das faculdades para fazer a seleção dos futuros pós-graduandos. Para conseguir uma vaga em um bom curso de pós-graduação, é indispensável possuir uma boa colocação neste exame.

Para auxiliar o caminho até a boa prova, uma das boas ferramentas é fazer as provas que estão disponíveis no site da ANPEC. Abaixo, o link para elas:

http://www.anpec.org.br/provas/exame2007.zip
http://www.anpec.org.br/provas/exame2006.zip

Agora é só se matar de estudar.

Abraços.

If

Há um poema que é minha fonte inspiração diária  para as boas práticas no meu convívio com o próximo. Este poema é do poeta inglês Rudyard Kipling, e até onde pude apurar, faz um sucesso danado nos países de lingua inglesa.

 Abaixo segue transcrição do poema no original. Para o futuro, gostaria de traduzí-lo, apesar de eu não conseguir dar tradução decente a meros artigos de jornais em língua inglesa, o que se mostra uma vontade um tanto quanto pretenciosa.  

 If.

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,

If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don’t deal in lies,
Or being hated, don’t give way to hating,
And yet don’t look too good, nor talk too wise:

If you can dream–and not make dreams your master,
If you can think–and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you’ve spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build ‘em up with worn-out tools:

If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: “Hold on!”

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings–nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds’ worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that’s in it,
And–which is more–you’ll be a Man, my son!

–Rudyard Kipling
 

Um grande abraço.

Um anjo no céu

Hoje faz um mês que uma criança inocente, um pequeno anjo, foi arrancado violentamente deste planeta, e foi para um lugar de muita luz e muita paz.

João Hélio hoje está melhor que todos nós, em companhia dos anjos e de Deus. Aqueles que  são pais imaginam o que deve ter sido esta perda para a família deste menino. Nós ficamos para refletir sobre o porque da brutalidade que sacrificou esta linda criança. Mas não apenas refletir, precisamos agir urgentemente para reprimir os perpetradores desta e de outras tantas maldades que ocorrem Brasil a fora.

No entanto, a inércia que o presidente lula e a ministra elen gracie (em minúsculo mesmo, homenagem às suas atuações minúsculas nos respectivos cargos) impõem com seus discursos sobre o “momento de comoção” são estratégias para dispersar, e não levar adiante nenhuma reforma efetiva. É o discurso da ovelha. A humanidade sempre deu grandes passos em momentos de comoção, muitas vezes dolorosas. Esse é o momento para agirmos e infligirmos medo ao malfeitor, medo real de sentir a punição severa da sociedade em resposta a condutas reprováveis, imorais e criminosas.

Fico me perguntando porque estas figuras importantes defendem tanto esta inércia: será que é efeito da empatia que provavelmente sentem com os criminosos?

 Abraços.

João Hélio: fique em paz, e olhe por nós daí, da sua nuvenzinha radiante de luz e paz…

Bah, mas que susto, tche!!!

Imbigo do homi  

Mas que susto que eu tomei quando vi  esta imagem pavorosa pela primeira vez… achei que o “homi” estava mostrando com que parte do brasileiro que ele ainda não f***, mas que também não escapa!!!

 Alguém me disse que é lá que ele guarda a todo o estoque da cachaça Brejinho que largam na frente do Alvorada.

 Vai saber…

 PS: Em tempo, mas que “imbigo” feio! P*** q** pa***!!!

 Abraços.

Sou da paz, mas não sou otário

É sempre a mesma história: quando ocorre um crime que choca pela maldade e brutalidade dos perpetradores, as passeatas e manifestações pedindo “paz” brotam nas cidades como cogumelos depois da chuva.

São manifestações lindas, todas as pessoas de branco (ou de preto, conforme o viés da manifestação), as famílias se manifestando juntas, desenhos da pomba da paz, a presença das “ONGs” diversas, gente gesticulando o vôo da pomba, palavras de ordem exigindo o “fim da violência”, hippies e loucos em geral cantarolando Imagine,  gritos por “justiça, justiça, justica” e coisa e tal.

O problema é que nada desta besteira adianta. Os bandidos riem, da horda de otários fritando sob o sol escaldante do Rio ou de Brasília, enquanto eles maquinam seus planos para o próximo assalto ou o próximo sequestro.

Animais como os assassinos do garoto João Hélio não entendem outra linguagem que não a da força. E é essa a mensagem que a sociedade precisa dar aos bandidos: toda a transgressão deve ser duramente reprimida pelos aparatos policiais e deve ser punida severamente em penas cumpridas trabalhando de sol a sol na cadeia. Cadeia para todos os bandidos. Trabalhos forçados compulsórios. É disso que o Brasil precisa.

PS: Sou totalmente da paz, mas se um bandido resolver entrar na minha casa, LEVA BALA, porque não sou otário!

Sugestões para a segurança pública - maoiridade e prisão

Como cidadão preocupado com a segurança pública, gostaria de elencar dois pontos que imagino que possam enriquecer o debate sobre a modernização das  execuções penais no Brasil:

  1. Com relação à maioridade penal, acredito que a pessoa deva ser julgada conforme a gravidade de seus atos, independentemente da idade que ela tenha. Há muitos casos de menores com 12, 13 anos que matam, estupram, e o fazem sob o manto protetor do ECA. Caso o crime cometido seja hediondo, a pena deve ser proporcional ao ato praticado, não importando a idade do criminoso;

  2. Uma vez condenado e que entre no sistema prisional, o condenado deveria cumprir jornada de trabalho diária, devidamente remunerada, mas compulsória a todos os detentos. Esta medida serviria como método para ressocialização do interno e traria diversos benefícios para todos, entre eles:

  •  
    • Para o detento: sem dúvida, o maior beneficiado. Ele teria formação profissional; ganharia um salário; teria seu tempo de serviço registrado na carteira profissional; receberia benefícios que um trabalhor recebe, como descanso semanal, férias anuais, décimo terceiro, etc; contribuiria com a prividência social, FGTS; poderia remeter parte dos rendimentos para sua família; não dispenderia tempo no ócio; e acima de tudo, reconquistaria a sua dignidade de ser humano perdida no crime com o seu trabalho;

    • Para o sistema prisional: renda para a administração do presídio, provinda do produto do trabalho dos detentos ou de parcerias firmadas com empresas interessadas em produzir nos presídios; redução da violência e de rebeliões em seu interior, posto que os detentos estariam ocupando seu tempo e suas mentes com o trabalho; redução dos custos para manutenção dos detentos, que seriam pagos em parte com o trabalho do próprio detento;

    • Para as empresas: mão-de-obra disponível para empregar em sua produção; incentivos fiscais concedidos pelo governo para que ofereçam trabalho ao sistema prisional; exercer a sua responsabilidade sócio-ambiental;

    • Para a família do detento: renda extra, gerada pelo seu familiar em seu trabalho na prisão; a noção de que seu familiar está cumprindo pena mas aprendendo algo que possa ser utilizado posteriormente em sua vida com honestidade e dignidade; após a soltura, recebê-lo em casa como uma pessoa melhor que aquela que ingressou no sistema prisional.

    • Para a sociedade: o detento após a soltura estaria apto a pleitear uma vaga no mercado de trabalho, haja vista a sua formação e experiência prévia adquirida no tempo de prisão; seria libertado um cidadão, e não outro bandido; em longo prazo, contribuiria com a queda da criminalidade, posto que como a educação, o trabalho na prisão também prepara a pessoa para opções de trabalho e vida digna fora da criminalidade.

Entendo que todas as pessoas no país devem trabalhar e de seu trabalho extrair seu sustento, e assim também deve suceder com os detentos. É outra forma de justiça com a sociedade, que eles trabalhem para se sustentar.

De volta à atividade

Bem, após um período de descanso sabático, estou de volta à atividade, com diversos projetos para tocar no ano de 2007.

Dentre estes projetos, está a minha decisão de acompanhar este blog mais de perto. Já está em elaboração uma série de posts que eu pretendo publicar em breve, que chamarei de “Economia 101″. Nestes posts, pretendo dar aos leitores noções introdutórias aos conceitos e teorias econômicas, e comparar com o sentido que estes conceitos têm no “senso comum” - geralmente completamente diferente da Ciência Econômica.

 Outro projeto, mas este profissional, é a criação de um software para realizar a emissão, controle e guarda de notas fiscais eletrônicas. Este projeto está em andamento, e colocarei aqui alguns conceitos chave desta nova modalidade de faturamento que está sendo fomentado entre as empresas pela Receita Federal.

E é claro, toda crítica política e artística que forem convenientes, serã de pronto postadas!

 Um grande abraço.

Papai Noel cansado…

Todo ano é a mesma coisa: a proximidade das festas de fim-de-ano traz uma sobrecarga de trabalho para o bom velhinho e para os seus anõezinhos. Bem, alguém precisa trabalhar no fim do ano, correto?

 Porém, Papai Noel já está de saco cheio (literalmente) dos picos sazonais de serviço, seguidos sempre de longos períodos de marasmo. Com o passar dos anos, ele acabou entrando em parafuso e está batendo coquinhos. Como prova, abaixo transcrevo algumas cartas que crianças enviaram ao bom velhinho e as respectivas respostas:

Querido Papai Noel
(Cartas para um Papai Noel Estressado)

Kerido Papai Noéu:
Eu qeuria ganhá um joginho espasiau de prezente de natau…
Tenho cido um boum minino neste ano.
Ti adoro,
Marco.
Querido Marco:
Sua ortografia é excelente!!!! Parece um índio escrevendo…
Definitivamente terá uma brilhante carreira na vida…
Como auxiliar de pedreiro!!! Tem certeza que você não prefere um livro de português?
Quanto ao joguinho espacial, darei ao seu irmão, pelo menos ele sabe escrever!!!
Um abraço,
Papai Noel

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Querido Papai Noel
Tenho sido uma boa menina este ano. A única coisa que peço é paz e amor para o mundo…
Com amor,
Sara
Querida Sara:
Você anda fumando maconha???
Papai Noel
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Querido Papai Noel:
Poxa, fazem 3 anos que venho pedindo um caminhãozinho de bombeiro e nada….
Por favor vê se desta vez você me traz um!!!
Obrigado,
Luis
Querido Luis:
Seus pedidos já me encheram o saco!!! Mas enfim, desculpe-me por favor.
Quando você estiver dormindo, incendiarei a sua casa. Assim terá todos os caminhões de bombeiros que sempre desejou!!!
Papai Noel.

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Querido Papai Noel:
Não sei se você pode, mas gostaria de ver meus pais juntos outra vez este ano.
Com amor Julia

Querida Julia:
E o que você quer garota?? Que eu arruíne a relação de seu pai com a sua secretária??? Deixe ele se divertir com uns seios de verdade!!! Melhor te dar uma Barbie…
Papai Noel

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Querido Papai Noel:
Quero uma bike, um nintendo, um computador, uma caixa de Lego, um cachorrinho, um pônei e uma guitarra.
Com carinho,
Tibúrcio
Querido “T I B Ú R C I O”???:
Mais alguma coisa????
Quem foi o infeliz que te deu este nome? Huahuahuahuahua!!!! Na verdade você não quer porra nenhuma não é mesmo???
Porém tenho uma sugestão… Que tal trocar de nome?
Papai Noel

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Querido Papai Noel:
Deixei embaixo da árvore de natal umas empanadas para voce e cenouras para as renas.
Um beijinho,
Susana

Querida Susana:
Empanadas me dão diarréia, e cenouras fazem minhas renas peidarem em minha cara… Quer me agradar sua puxa-saco?? Ao invés de porcarias, ponha uma garrafa de Chivas, uns Toblerones e convença a sua mãe a se pôr com aquela lingerie transparente que ela usa com o carpinteiro.
Um beijão,
Papai Noel

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Querido Papai Noel:
Como diz aquela canção: “Venha velhinho, de noitinha, quando durmo meu soninho…”
Espero você meu Noelzinho!!!
Te adoro,
Jéssica

Querida Jéssica:
Como você é ingênua!!!! Bom saber, pois este ano vou assaltar a sua casa!!!
Papai Noel

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Querido Papai Noel
Por favor!!! Por favor!!! Por Favor!!! Por favor!!! Dá um cachorrinho pra mim!!! Por favor!!! Por favor!!! Por favor!!!
Com imploração,
Juninho

Querido Juninho!!!
Esse tipo de imploração funciona melhor com os seus pais, já que você é adotado (ops falei!!! agora já era) e eles te toleram demais…
Já comigo não funciona… Comigo o buraco é mais embaixo… Pare de ser mala!!!
Vou te dar mais outro pijama!!!
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Pois é, o bom velhinho já não é mais o mesmo…

 Abraços,

Se for chutar, faça direito

Alguns colegas de trabalho me vieram com uma teoria que achei no mínimo interessante: a metodologia para o chute. De acordo com esta teoria, quem não cola e não sabe, deve chutar com método para maximizar a probabilidade de tirar nota melhor.

 Portanto, atenção:

- Não chute sem critério;

- Item mais detalhado -> certo;

- Itens antagônicos - > errado;

- Itens com termos “sempre” ou “nunca” - > errado;

- Itens que contenham termos que mais se repetem (certo);

- Itens com bom senso (certo);

- Estatística: verificar quais as letras que foram menos marcadas para chutar.

Se isso funciona, eu não sei. Tente por sua própria conta e risco.

Um grande abraço.

Você já wikou hoje?

Título estranho,  mas pergunta a é pertinente…

Há poucos dias, estava conversando com um colega do trabalho, e cogitávmos sobre a maneira mais eficiente de transmitir e guardar o conhecimento que nós construímos a cada dia, no nosso trabalho de tecnologia.

Trabalhar com sistemas tem muito de empatia com as pessoas, principalmente no que toca nos momentos de manutenção de um sistema desconhecido, que você não faz a mínima idéia do seu funcionamento, e precisa entender o seu funcionamento o quanto antes para atender alguma solicitação de manutenção. Só quem já passou por esta situação sabe o quão desagradável é a sensação de desespero ante o mais profundo e obscuro desconhecido.

Discutimos sobre diversas maneiras de manter este conhecimento,  e nenhuma nos pareceu boa o suficiente. Criação de documentos de artefatos, armazenamento em repositório de documentação,  site do projeto… nada disto parecia bom, especialmente se colocado sob um prisma corporativo, em que qualquer pessoa pode necessitar da sua informação.

 Então veio a idéia do Wiki. De tão simples, parecia absurdo. “Está faltando alguma coisa aqui…” era a sensação que tínhamos. Mas não, a solução perfeita em termos de atualização, consulta, disseminação de conhecimento e visibilidade para todos os membros de uma corporação.

 Afinal de contas, o que é um Wiki???

Segundo uma definição da própria Wikipédia, “Um WikiWeb permite que documentos sejam editados colectivamente com uma linguagem de marcação muito simples apenas através da utilização de um navegador web. Dado que a grande maioria dos wikis são baseados na web, o termo wiki é normalmente suficiente. Uma única página num wiki é referida como uma “única página”, enquanto o conjunto total de páginas, que estão normalmente altamente interligadas, chama-se ‘o wiki’.

Este conceito se adapta perfeitamente bem às necessidades de guarda e disseminação do conhecimento em uma grande empresa. As pessoas editam páginas de assuntos que elas dominam, e à medida que o assunto evolui, outras pessoas complementam o texto inicial, ou vinculam com páginas que possuam assunto semelhante ou conectado.

 A idéia foi levada aos níveis hierárquicos superiores para avaliação e uma proposta de implantação como metodologia de gestão do conhecimento, ao menos na nossa área.

 Enaquanto isto não acontece, já estou usando um Wiki caseiro, para gerir meu próprio conhecimento. Por exemplo, meu projeto de monografia de economia será todo gravado no meu Wiki. Imagino que com o cadastramento de termos e idéias eu possa realizar a conexão de diversos fios da teia de causalidades da minha área de estudo. Outra aplicação é a gestão dos meus projetos de software, de componentes que já foram escritos e que podem ser reaproveitados… O céu é o limite para o que se pode fazer com o Wiki -  portanto, sugiro que você conheça hoje mesmo esta poderosa ferramenta, disponivel a todos nós, sem custo algum…

 Um grande abraço.

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