Categoria: Violência


Busco nas palavras de um grande mestre, o Mestre Kobi Lichtenstein, difundidor da arte do Krav Maga no Brasil, a sabedoria sobre a violência que assola o Brasil. Cito ipsi literis de seu livro Krav Maga: A filosofia da defesa israelense:

Reagir não é gerar violência, é eliminá-la; não permitindo que ela se alimente com uma reação permissiva. Reagir representa riscos. Não reagir representa riscos. Segurança e riscos caminham juntos! Não reagir é estender a bandeira branca sem lutar! (…) Caro leitor, a melhor maneira de enfrentar um conflito é não entrar em conflito. Mas se  conflito lhe acometer, reaja com a certeza de poder conviver com a lembrança de sua orgulhosa atitude.” 

Maravilha, não? Eu adorei o livro do Mestre Kobi e sugiro que todos leiam. E em tempo, se você ainda não conhece o Krav Maga, visite o site da Federação Sul Americana de Krav Maga (http://www.kravmaga.com.br),  veja o endereço de uma academia perto de você e conheça esta filosofia de vida que é realmente espetacular!

Abs,

 

JC

 

Um anjo no céu

Hoje faz um mês que uma criança inocente, um pequeno anjo, foi arrancado violentamente deste planeta, e foi para um lugar de muita luz e muita paz.

João Hélio hoje está melhor que todos nós, em companhia dos anjos e de Deus. Aqueles que  são pais imaginam o que deve ter sido esta perda para a família deste menino. Nós ficamos para refletir sobre o porque da brutalidade que sacrificou esta linda criança. Mas não apenas refletir, precisamos agir urgentemente para reprimir os perpetradores desta e de outras tantas maldades que ocorrem Brasil a fora.

No entanto, a inércia que o presidente lula e a ministra elen gracie (em minúsculo mesmo, homenagem às suas atuações minúsculas nos respectivos cargos) impõem com seus discursos sobre o “momento de comoção” são estratégias para dispersar, e não levar adiante nenhuma reforma efetiva. É o discurso da ovelha. A humanidade sempre deu grandes passos em momentos de comoção, muitas vezes dolorosas. Esse é o momento para agirmos e infligirmos medo ao malfeitor, medo real de sentir a punição severa da sociedade em resposta a condutas reprováveis, imorais e criminosas.

Fico me perguntando porque estas figuras importantes defendem tanto esta inércia: será que é efeito da empatia que provavelmente sentem com os criminosos?

 Abraços.

João Hélio: fique em paz, e olhe por nós daí, da sua nuvenzinha radiante de luz e paz…

É sempre a mesma história: quando ocorre um crime que choca pela maldade e brutalidade dos perpetradores, as passeatas e manifestações pedindo “paz” brotam nas cidades como cogumelos depois da chuva.

São manifestações lindas, todas as pessoas de branco (ou de preto, conforme o viés da manifestação), as famílias se manifestando juntas, desenhos da pomba da paz, a presença das “ONGs” diversas, gente gesticulando o vôo da pomba, palavras de ordem exigindo o “fim da violência”, hippies e loucos em geral cantarolando Imagine,  gritos por “justiça, justiça, justica” e coisa e tal.

O problema é que nada desta besteira adianta. Os bandidos riem, da horda de otários fritando sob o sol escaldante do Rio ou de Brasília, enquanto eles maquinam seus planos para o próximo assalto ou o próximo sequestro.

Animais como os assassinos do garoto João Hélio não entendem outra linguagem que não a da força. E é essa a mensagem que a sociedade precisa dar aos bandidos: toda a transgressão deve ser duramente reprimida pelos aparatos policiais e deve ser punida severamente em penas cumpridas trabalhando de sol a sol na cadeia. Cadeia para todos os bandidos. Trabalhos forçados compulsórios. É disso que o Brasil precisa.

PS: Sou totalmente da paz, mas se um bandido resolver entrar na minha casa, LEVA BALA, porque não sou otário!

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