Faz um tempo que eu ando puto com os filmes e séries que andam fazendo.

Desde menino eu sou fascinado com o tema de vampiros. Nosferatu, de Walther Murnau e o mais moderno com Bela Lugosi são aterrorizantes, ao seu jeito; Bauhaus cantando “Bela Lugosi’s dead” dá calafrios; até mesmo o Dracula de Bram Stoker filmado pelo Stone ficou convincente. O filme “Fome de Viver”, com o Bowie  e Susan Sarandon conta uma ótima história de vampiro, sem os padrões noturnos etc.

O que mata é olhar para um personagem – vampiro andrógino – com um visual de emo, maquiado e cheio de batom, dentes e presas brancas que parecem saídas de comercial da Kolynos, contemplando a eternidade com olhar pensativo sob a luz do entardecer… isso é de fuder!!!

É só ver: se as meninas de 12 anos ou as bichonas estão apaixonadas por ele, então amigo, isso não é um vampiro: é uma borboleta.

Vampiro de verdade, a gente acha numa graphic novel que virou série de revistas e ganhou uma representação cinematográfica: 30 days of night. Só quem conhece é que sabe que os vampiros de verdade estão de volta. A graphic novel é de autoria de Steve Niles e a arte é de Ben Templesmith. O argumento é ótimo: acima do círculo polar, no inverno o sol não dá as caras por mais de 30 dias. Neste período, a cidade de Barrow é invadida por vampiros que vão caçar os cidadãos que ficaram na noite polar. Daí pra frente, é só pânico.

E nenhum dos vampiros usa sombra, batom ou base: são todos criaturas das trevas, com olhos negros, não têm presas lânguidas e lípidas, são dentes de predadores, sujos, podres, como deve ser.

Tá duvidando? Dá uma olhada nas imagens abaixo…

Abs!

Marlow

30 Days of Night - Marlow

30 Days of Night - Iris

30 Days of Night - Iris

30 Days of Night - Kali

30 Days of Night - Kali